Dia Mundial do Rock
Dia 13 de Julho é Dia Mundial do Rock, e eu, como adoro o bom e velho rock’n’roll não poderia deixar esta data passar em branco.
A história é a seguinte:
O Dia Mundial do Rock foi instituído em 1985, quando foi realizado o festival “Live Aid”, que arrecadou fundos para as vítimas da fome na Etiópia. Organizado pelo músico Bob Geldof, o festival aconteceu na Inglaterra e nos Estados Unidos.
Entre as atrações do festival estavam: BB King, Phil Collins, Dire Straits, Queen, David Bowie, Black Sabbath e U2.
Além dos fundos arrecadados, o concerto também produziu a música “Do They Know It’s Christmas Time at All”, que reunia cantores do pop inglês dos anos 80, como Sting, Boy George e Simon LeBon (do Duran Duran).
Em 2005,o festival recebeu o nome de “Live 8” e aconteceu nos países integrantes do G-8 e na África do Sul. O festival pedia para que os países credores perdoassem a dívida dos países africanos afetados pela fome.
Entre os artistas que participaram do festival em 2005 estavam: REM, Paul McCartney, Pink Floyd, Coldplay, Elton John e Bon Jovi.
Para os apaixonados por rock como eu, sugiro um livro muito bom:
O livro 1001 discos para ouvir antes de morrer (Editora GMT) é obrigatório para quem abraça a música muito além de melodias marcantes…
Em suas 962 páginas, o livro registra os álbuns importantíssimos dos anos 50 até nossos dias, selecionados por 90 críticos da música internacional.
A obra conta a história do crescimento do rock e pop, passando pelo jazz, reggae e também, a música brasileira.
Não tem erro! Para quem quer ficar informado, além de falar sobre os discos, o livro cita as listas de músicas para possíveis leitores que correm direto para os downloads. Outra coisa bacana é a contextualização histórica que a obra faz questão de abordar diante de cada capítulo, divididos por décadas.
No capítulo dos anos 50, destaca-se o disco de Elvis, de 1956, com Blue Suede Shoes e Tutti Frutti e Little Richard com Here’s Little Richard. Clássicos do jazz como Birth of the cool (1957) e Kind of Blue (1959) de Miles Davis e Lady in satin (1958) de Billie Holliday ilustram o final da década de 50 . Em 70, Jimi Hendrix e seu Are you Experienced? (1967) marca a época.
A música brasileira não foi esquecida pelos críticos que contribuíram para escrever o livro. Chico Buarque é citado com sua Construção de 1971, e é apresentada como “um marco de referência na história desse cantor de importância maior na música brasileira e mundial”. A obra refere-se ainda a Chico como “inigualável contador de histórias”.

